maio 18, 2020



Por Josinato Gomes

 

Ao final do ciclo de 21 anos da ditadura militar que governou nosso país, eis que surge, no horizonte da política da Paraíba, um homem que foi ungido pela confiança do povo, como político, através do voto popular, para aproximar esse mesmo povo do poder público, fazendo o usufruir as benesses que antes eram prioritariamente destinadas aos interesses comezinhos de meia-dúzia de apaniguados...Era Wilson Leite Braga, um simples e valente sertanejo do Vale do Piancó, que, ombreado a uma mulher de idêntica fibra, sua esposa Lúcia Navarro Braga, subia e descia o Planalto da Borborema, sonhando com o advento de dias melhores para sua Gente, visualizando e interpretando,

numa acurácia de lince, as verdadeiras e cruciantes necessidades do povo paraibano, em todos os aspectos da geografia humana.

Aí, elegeram, eles dois, com efetiva colaboração de políticos e abalizados técnicos do nosso estado - e, até de fora, como foi o caso da Sudene, na concepção do projeto Canaã, em que o engenheiro paraibano José Silvino Sobrinho prontifica como estrela de primeira grandeza -, elegeram os principais eixos de um programa de governo que Sr. voltou, doravante, para  a promoção do franco desenvolvimento da Paraíba e de dos paraibanos, apontando-lhes o caminho da verdadeira redenção sócio-econômica e cultura, com o lançamento, por exemplo, do Mutirão Escolar, do programa João de Barro (Funsat) e do mais arrojado e audacioso programa de habitação popular de que se tem notícia na Paraíba, tirando milhares de pobres do meio-da-rua, da promiscuidade do abandono...da escravidão do aluguel.

Esta é uma aligeirada síntese das incontáveis realizações do governo Wilson Braga, sem contar com o muito que ele também pôde fazer em benefício de milhares de coaestaduanos, através de inúmeros mandatos legislativos (de vereador e de deputado e estadual e federal, e como prefeito de João Pessoa), sempre focando, como foi-condutor de tão árduo ego trabalho, as reais carências da população, nos setores acima citados - cuja mais emblemática referência, sem sombra de dúvidas, é o projeto Canaã, que, antecipando-se à retomada da transposição de água do rio São Francisco, mitigou a sede de um sem-número de paraibanos, sobretudo no Semiárido, irrigou imensas faixas de terras agricultáveis e acudiu o consumo animal, através da construção de cerca de 96 grandes barragens, sendo uma (a do Saco, em Nova Olinda, vem concreto-rolado), promovendo a segurança hídrica de todo o estado.

Cumpre aqui frisar a enorme contribuição de vários outros paraibanos de idêntico espírito público à pletora de obras do governo Wilson Braga, na citação, dentre tantos, de José Loureiro Lopes, Carlos Alberto Pinto Mangueira, José Tota de Figueiredo, José Teotônio de Sousa, Luiz Silvio Ramalho, Reginaldo Pereira, Assis Camelo, Manoel Raposo da Costa, Adailton Coelho Costa, Albino e Amir Gaudêncio, Gonzaga Rodrigues, Marcelo Figueiredo, Jáder Pimentel, José Gomes de Moura, Luiz Augusto Crispim, Soares Madruga, Enivaldo Ribeiro, Pedro Adelson Guedes dos Santos, Walter Viana, Elzir Matos, Judivan Cabral, José Lacerda Neto, Sabino Ramalho, Marcelo Cabral, Emília Lins, Gláucia Menezes, Holanda Fernandes, Carlos Antônio Crispim Pimentel, Francisco Evangelista de Freitas e Francisco Soares de Figueiredo.


Nenhum comentário:

Postar um comentário