julho 17, 2012

Pe. Djacy visitou pela 3ª vez obras do lote 7 do projeto de transposição do Rio São Francisco e se semostra revoltado com paralisação

O padre Djacy Brasileiro, símbolo da luta pela transposição do Rio São Francisco, visitou pela terceira vez as obras paralisadas do lote 7 do projeto de integração das águas do Velho Chico na região do município de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba. 
 
Durante inspeção ao trecho da obra o religioso afirmou que não encontrou ninguém trabalhado no local. “Posso confirmar com muita seriedade que, infelizmente, o referido lote está literalmente parado. Nada vi, a não ser somente abandono”, disse em tom de desabafo.
Ele relatou que ficou com um sentimento de revolta grande e muito chocado.  “Uma chama de pessimismo invadiu o meu ser. Como sertanejo, que clama por água, estou perdendo, aos poucos, o restinho da esperança”, declarou.
Em declarações, abaixo, o padre faz alguns questionamentos:
"Fui e vi. Agora pergunto: Ministro da Integração Nacional, cadê sua promessa de retomada dessas obras? Por que tanta demora? O que está acontecendo com esse lote? Qual a sua explicação para os doze milhões de nordestinos, que clamam pungentemente por água?
Dilma, por que o Nordeste é tratado dessa forma? Por que tanta insensibilidade diante da sede de milhões de irmãos nordestinos?
O Nordeste é ou não é Brasil?" (RadarSertanejo)

Voto custa até R$ 97 em dez cidades da Paraíba, revela o TSE

Valor é obtido pela relação entre estimativa de gastos com campanha e número de elitores

O valor do voto nos dez maiores colégios eleitorais da Paraíba deve chegar a R$ 97,5 no pleito deste ano para prefeito. Este é o “preço”, por exemplo, do voto em Cajazeiras, no Sertão. Já Guarabira, no Brejo, tem o menor – R$ 17,9. Os valores são o resultado dos gastos estimados pelos candidatos na campanha divididos pelos respectivos eleitorados, em cada município, conforme os dados publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Calculando uma média nesses dez municípios, o resultado é que cada voto custaria R$ 61,7.
Em alguns municípios, os valores  podem cair com a desistência de algum postulante a prefeito ou até mesmo a impugnação de registro de candidatura ao Poder Executivo pela Justiça Eleitoral.
JOÃO PESSOA
Os sete candidatos a prefeito da capital, maior colégio eleitoral do Estado, estipulam limites de gastos em suas campanhas no valor de R$ 26,645 milhões. Com o eleitorado de 479.077, o preço do voto na capital vai ficar em R$ 56,6
O candidato do PMDB, José Maranhão, vai gastar R$ 10 milhões. A previsão de despesas de Cícero Lucena (PSDB) é R$ 3,245 milhões, enquanto Estelizabel Bezerra (PSB) prevê gastos de R$ 8 milhões. Candidato pelo PT, o deputado estadual Luciano Cartaxo estima gastos de R$ 5 milhões. Já Lourdes Sarmento (PCO) e Antônio Radical (PSTU) vão gastar até R$ 50 mil cada um, ao passo que Renan Palmeira (PSOL), R$ 300 mil.
do JP Online

Aprovada primeira pílula de prevenção do vírus da Aids

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em combinação com outros remédios antirretrovirais.

A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira a aprovação do Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta indicação", afirmou a FDA.

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em combinação com outros remédios antirretrovirais.

Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
A pílula é considerada por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns provedores de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.

Um estudo sobre o Truvada publicado em 2010, no New England Journal of Medicine, incluiu 2.499 homens que tinham relações sexuais com outros homens, mas que não estavam infectados com o vírus que causa a Aids.

Os participantes foram selecionados aleatoriamente para tomar uma dose diária de Truvada - uma combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato - ou um placebo.

Quem tomou o medicamento regularmente teve quase 73% a menos de infecções.

Segundo os especialistas, os resultados são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode diminuir a probabilidade de infecções de HIV.