maio 10, 2012

Dia Nacional do Café: Baggio Café é fonte para a imprensa


Data celebrada em 24 de maio deve pautar a mídia

 

Quase ninguém resiste à tentação de um bom café. E esta bebida tão consagrada no cardápio dos brasileiros será lembrada no próximo dia 24, quando se celebra o Dia Nacional do Café. Como fonte, a InformaMídia recomenda a Baggio Café, empresa centenária no cultivo dos grãos.

Focada especialmente no segmento de cafés gourmet, a empresa vem crescendo consideravelmente ano a ano. Além de investimentos constantes em sua unidade fabril e na rede de representantes comerciais, a empresa dá um grande enfoque ao seu portfólio de produtos. Atualmente, a empresa oferece grãos de todas as melhores áreas para cultivo do país, sendo Alta Mogiana, Sul de Minas e Cerrado Mineiro. Confira:

Baggio Bourbon
O Baggio Bourbon é um café extremamente nobre, feito para os verdadeiros apreciadores de uma boa bebida. Seus grãos são colhidos de forma seletiva e a maturação uniforme é um dos principais diferenciais do produto. É composto por grãos de origem única 100% coffea arábica gourmet da variedade Bourbon Amarelo do sul de Minas Gerais.  Torrado artesanalmente, de forma leve, cria um paladar de ótima definição, com acidez sutil. Uma bebida extremamente especial, com notas gustativas marcantes, corpo e doçura muito presente.

Baggio Gourmet
O Baggio Gourmet é resultado de blends de grãos 100% coffea arábica gourmet da Alta Mogiana Paulista e sul de Minas Gerais. Possui aroma frutado, com sabor medianamente doce, encorpado e com média acidez. É um café com sabor único, complexo, pronunciado, levemente adocicado e num nível muito baixo de amargor. Aroma florado e traços frutados.

Baggio Gran Reserva
Originário do Cerrado Mineiro, da fazenda Chapadão dos Pinheiros, cidade de Perdizes, a bebida é composta por grãos 100% coffea arábica gourmet e apresenta cor achocolatada, aroma frutado e um equilíbrio perfeito entre acidez e amargor. É um café diferenciado por sua textura consistente. Bebida mole, delicada, com corpo muito presente e adocicado.

Fatto Uno
O Fatto Uno é resultado de grãos 100% coffea arábica gourmet da Alta Mogiana Paulista. É caracterizado por um aroma denso e aveludado, que lembra amêndoas e notas achocolatadas. Trata-se de um café harmônico, com amargor levemente elevado, encorpado e com baixa acidez

Caffé.com
Café superior, diferentemente dos demais produtos da marca, o Caffé.com é caracterizado por um sabor mais forte e de efeito duradouro na boca. Com composição 100% coffea arábica gourmet, os grãos do Caffé.com são de origem única, da região da Alta Mogiana Paulista. É um produto com bastante corpo, leve adstringência e livre de acidez.

Baggio Aromas
Composta por seis produtos, a linha Baggio Aromas une a qualidade do blend 100% coffea arábica gourmet da Alta Mogiana Paulista e sul de Minas Gerais a aromas naturais ou artificiais, criando sensações totalmente diferenciadas ao paladar. Os produtos estão disponíveis nas versões Chocolate com Menta, Chocolate Trufado, Amaretto, Caramelo, Limão e Açaí.

A empresa tem bastante experiência no trato com a imprensa e pode colaborar em reportagens com os mais variados enfoques sobre o assunto. Liana Baggio Ometto, diretora comercial e fundadora da empresa, possui grandes conhecimentos técnicos e históricos sobre a bebida.

Governadores defendem no STF manutenção de incentivos fiscais para atrair empresas

Governadores da Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas se reuniram, na noite desta quarta-feira (09), em Brasília, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Brito. Em pauta, a preocupação com os efeitos da Súmula Vinculante 69, que pode declarar como inconstitucionais as leis de incentivos fiscais concedidas pelos Estados, no âmbito do ICMS, sem aprovação no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
No encontro, os gestores apresentaram uma moção com apoio de 21 governadores, onde pedem a suspensão da Súmula até que seja aprovada uma reforma tributária que possibilite a diminuição das desigualdades regionais. O documento foi assinado, no dia 27 de abril, durante a reunião ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, no Recife.
O governador Ricardo Coutinho ressaltou que a conversa com o ministro Carlos Ayres Brito foi proveitosa, já que os gestores puderam argumentar sobre as consequências para o Nordeste, caso a Súmula seja aprovada.
O governador defendeu a necessidade de que o STF julgue a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)198/2009, que questiona a previsão de unanimidade para as decisões do Confaz. "Essa unanimidade dentro do Conselho é algo impossível, visto que os interesses dos Estados são conflitantes", avalia Ricardo Coutinho.
Ele também destacou que os incentivos fiscais foram essenciais para o desenvolvimento e a geração de empregos verificados na última década no Nordeste. "Caso essa medida seja aprovada, a manutenção do desenvolvimento da Região ficaria inviabilizada. Mesmo com o crescimento de alguns Estados nordestinos, verificados na última década, as diferenças regionais do ponto de vista econômico e social ainda são latentes. Precisamos preservar o equilíbrio regional do país", esclarece.
Participaram da audiência com o presidente do STF, os governadores Ricardo Coutinho (Paraíba), Rosalba Ciarlini (Rio Grande do Norte), Teotônio Vilela (Alagoas) e Marcelo Déda (Sergipe), além de secretários de Fazenda dos Estados.

PGR ANALISA PEDIDO DE CÁSSIO PARA GARANTIR PISO NACIONAL DOS PROFESSORES


 

A Procuradoria Geral da República analisa a apresentação de uma reclamação, junto ao Supremo Tribunal Federal, para exigir de Estados e Municípios, o imediato cumprimento da lei do piso nacional do magistério. Este mecanismo legal foi aprovado na Comissão de Educação por meio de requerimento do Senador Cássio Cunha Lima (PSDB). “A lei vale para todos, deve ser cumprida, sustentou o Senador paraibano.
            Passados 60 dias desta decisão e após inúmeras tentativas de agendamento, finalmente o grupo de trabalho da Comissão de Educação, coordenado pelo Senador Cássio Cunha Lima e composto pelos senadores Cristovam Buarque, Ana Amélia, Cícero Lucena e Pedro Taques, foram recebidos em audiência, no final da manhã desta quarta-feira (08/05) pelo chefe do MPF, Roberto Gurgel.
            “Vamos aguardar com serenidade a manifestação da Procuradoria. Sabemos que existem outras demandas tão urgentes como o piso, que estão na pauta do Dr. Gurgel, como a CPI do Cachoeira, mas saímos confiantes que esta resposta será dada com a brevidade que o assunto merece”, afirmou o Senador Cássio Cunha Lima, ao deixar o gabinete do Procurador Geral da Repblica.
            Durante a audiência, Dr. Roberto Gurgel informou ao grupo de trabalho da Comissão de Educação, que no final de abril, arquivou solicitações de entidades representativas de municípios e também do Ministério Pblico do Rio Grande do Sul para que se manifestasse acerca da constitucionalidade do artigo 5 da Lei 11.738/2008 que disciplina o reajuste do piso salarial nacional do magistério. Segundo informações da Comissão de Educação do Senado Federal, são os seguintes os Estados que ainda descumprem a lei do piso: AP,TO,RS,AL,BA,SC,CE,PI e PR. Na Paraíba, o Piso está em R$ 1.737,00.
             A legislação prevê o pagamento do piso mínimo de R$ 1.451 a professores da educação básica pública, por 40 horas semanais, excluindo as gratificações. Pelas regras, o valor deve ser reajustado anualmente a partir de janeiro, tendo como critério o crescimento do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). Entre 2011 e 2012, o índice foi 22% e o valor passou de R$ 1.187 para R$ 1.451.
             A lei também assegura que os docentes passem ao menos 33% da jornada de trabalho fora das salas de aula. A regra visa à melhoria das condições de trabalho dos docentes e da assistência aos estudantes. O Ministério da Educação afirma que a lei deve ser aplicada imediatamente, mas que não pode obrigar Estados e municípios a isso. Governos estaduais e prefeituras alegam dificuldade para pagar o novo piso e entidades representativas dos professores já ingressam com ações na Justiça.
            A Lei do Piso prevê complementação da União caso o Município ou o Estado comprovem não ter capacidade financeira para pagar o piso a seus professores. Para isso, precisam atender a critérios como, por exemplo, ter um plano de carreira para os docentes da rede e investir 25% da arrecadação de tributos em educação, como determina a Constituição.
Assessoria de Imprensa do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)