agosto 04, 2011

Porcino organiza convenções do PMDB no Vale do Piancó

O ex-prefeito de Itaporanga Antônio Porcino (PMDB) está iniciando os preparativos para o processo convencional peemedebista que se avizinha, em algumas cidades do Vale do Piancó.
Começando por sua cidade, ele pretende estimular todo um processo de reestruturação partidária, nessas localidades, efetuando novas filiações, e adianta que porá isso, em prática, de forma bem criativa.
Chega a adiantar a ‘forma criativa’ como desenvolverá esse processo, anunciando a disposição de instalar tendas temáticas ao longo da cidade de Itaporanga (avenida Presidente Getúlio Vargas), em que disponibilizará – por exemplo – uma sinopse histórica do PMDB.

assessoria

MEC proíbe instituições não educacionais de oferecer cursos de pós-graduação

Sindicatos, ONGs, conselhos de classe, universidades corporativas e hospitais não receberão mais o reconhecimento do ministério


O Ministério da Educação (MEC) publica amanhã (4) novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu (em sentido amplo). A partir de agora, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas e hospitais –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério. Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.

“O que essas instituições buscavam sempre era o carimbo do MEC, transformando o credenciamento da instituição em um aval de qualidade do ministério em relação aos cursos que elas ofereciam”, diz o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Luís Fernando Massonetto. “E isso causava sempre um certo incômodo ao MEC, porque o fato de você autorizar o funcionamento não significa que chancela o curso, no sentido de indicar que ele seja feito por alguém.”

As organizações continuarão podendo oferecer os seus cursos. No entanto, eles serão considerados cursos livres, e não uma pós-graduação. A matrícula e o diploma de especialização serão assegurados aos alunos matriculados nesses cursos até 31 de julho passado. “O valor da pós-graduação lato sensu é muito dado pelo o que o mercado considera sobre aquele título. Em algumas áreas, o curso livre hoje é mais valorizado do que um de especialização”, assinala o secretário.

Ficam excluídas as chamadas escolas de governo que são criadas e mantidas pelo Poder Público. A saída indicada pelo MEC às instituições não educacionais é transformar o curso lato sensu em mestrado profissional. Essa modalidade da pós-graduação é gerenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem um perfil de formação mais voltado para o mercado de trabalho, não sendo necessário ser uma instituição educacional para oferecê-la. Esses cursos deverão ser submetidos aos processos de avaliação do órgão.

“Há a vantagem de ter o acompanhamento e o selo Capes, que têm uma importância muito grande. Os bons cursos lato sensu hoje já têm quase todas as características de um mestrado profissional, com uma ou outra adaptação. É muito mais conveniente que esse curso seja ministrado como mestrado com essa garantia do que ficar como se fosse um curso livre, que não é continuamente avaliado”, observa o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

No caso da pós lato sensu, para receber o credenciamento especial do MEC, as instituições não educacionais tinham que atender a algumas exigência como carga horária mínima de 360 horas e pelo menos 50% do corpo docente formado por mestres ou doutores. Para criar um mestrado profissional , as regras são diferenciadas. A resolução da Capes que regula a modalidade fala apenas em “ apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação.”

Agência Brasil

Diário Oficial revoga licitação para escolha do banco que pagará folha do Estado

O Diário Oficial do Estado publicou nesta quinta-feira (4) a revogação da licitação para escolha do banco que ficará responsável pelo pagamento da folha de pessoal do serviço público estadual.

O ato foi assinado pela secretária de Administração, Livânia Farias.

A decisão seria baseada em um parecer técnico da Controladoria Geral do Estado.

A folha de pagamento continua sendo paga pelo Banco do Brasil, instituição financeira contratada desde a gestão passada.

Desde a troca de comando do governo do Estado, foi anunciado que seria feita licitação para contratação de uma nova instituição bancária.

O pregão, que seria realizado hoje (4), depois de pelo menos três adiamentos, não mais ocorrerá.

O Portal tentou entrevistar Livânia Farias por telefone e através da Assessoria de Imprensa, mas não conseguiu contato com a secretária.


do portal correio

Polícia Militar começa a formar Guarda Militar de Reserva

Militares que fazem parte da reserva remunerada e estão interessados em compor o quadro da segurança pública devem procurar a Ajudância do Quartel do Comando Geral para oficializar sua entrada na Guarda Militar da Reserva (GMR).

O chefe da Ajudância Geral da Polícia Militar da Paraíba, major Paulo Almeida da Silva, explica que a Guarda foi criada para oferecer uma ocupação qualificada na área de segurança aos policiais da reserva, que hoje se dedicam a atividades não regulamentadas para reforçar seus orçamentos familiares.

Encarregado de organizar os procedimentos burocráticos no processo de reinserção desses militares, a Guarda Militar de Reserva receberá oficiais e praças e entrará em operação não somente para realizar um trabalho complementar, mas também para contribuir com o processo de retomada de espírito público da segurança na Paraíba.

Vagas – Conforme o edital publicado no Boletim Interno da PM, a Guarda terá uma vaga para capitão, que será o comandante da nova Companhia, quatro vagas para tenentes (sendo uma vaga para a função de subcomandante e as demais para comandantes de pelotões) e 95 vagas para subtenentes, sargentos, cabos e soldados, totalizando 100 vagas.

Para ingressar na GMR, os interessados devem preencher os seguintes critérios: ter comportamento classificado, no mínimo, como bom, quando da passagem para a inatividade; não ter sido punido disciplinarmente ou penalmente na condição de agregado ou na reserva remunerada; ser considerado apto para o serviço ativo em exame de saúde procedido por Comissão de Inspeção de Saúde da Polícia Militar da Paraíba; estar em dia com suas obrigações eleitorais; não ter passado para inatividade na condição de incapacidade sanitária definitiva, entre outras exigências.




secom pb