abril 19, 2009

Paraibano está dentre os cinco homens mais altos do mundo



O paraibano Joélisson Fernandes da Silva, 23 anos, conhecido como Ninão, tem 2,29 metros de altura e é o mais alto no país. Ele é seguido pelo estudante alagoano José Cristóvão da Silva, de 24 anos e 2,25 metros de altura. Os dois estão dentre as cinco pessoas mais altas do mundo.

Eles perdem para Zhao Liang, 27 anos, que mede 2,46 metros de altura, e vive na província de Henan. Ele descobriu a altura quando foi ao hospital para uma operação no pé, segundo reportagem do jornal "The Sun". O chinês tem dez centímetros a mais que o atual campeão de altura, Bao Xishun.

Recorde oficial

O título de homem mais alto do mundo, segundo o livro Guinness dos recordes, foi devolvido em agosto de 2008 ao chinês Bao Xishun, depois que o ucraniano Leonid Stadnyk se recusou a ser medido segundo as novas regras da comissão de avaliação do livro.

Bao tem 2,36 metros e foi considerado o homem mais alto até 2006, quando o ucraniano, que tem 2,57 metros de altura passou a ter o recorde mundial. Na classificação feita em 2008, o Guinness decidiu mudar a regra e exigir que o recordista seja medido seis vezes em um mesmo dia, tanto de pé quanto deitado, o que Stadnyk se recusou a aceitar.


Da redação com G1

Escolas aceitam novo vestibular, mas querem manter notas do PSS

Colégios de João Pessoa já estão discutindo e inserindo questões semelhantes as do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas provas de avaliação das instituições, e adiantando os conteúdos que deverão constar no vestibular unificado das universidades federais, para o ingresso dos alunos em 2010. Estudantes, diretores e coordenadores de escolas querem que a proposta garanta que os alunos que estão fazendo o Processo Seletivo Seriado (PSS) não percam as notas adquiridas.

Eles aguardam um posicionamento da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que deve apresentar um estudo sobre os pontos negativos e positivos do novo processo, esta semana.

“Estamos aguardando um posicionamento da UFPB. O Colégio Geo já se posicionou a esse respeito e defende o direito adquirido de cada aluno. A instituição deve avaliar o processo de vestibular que eles mesmo criaram. Na minha opinião, os alunos deveriam terminar o PSS este ano e, no ano que vem, se pensar nessa nova forma de abordagem”, avaliou o diretor do Geo, Alfredo Codesilla.

Segundo o coordenador do 3º ano do Geo, Guilherme Grempel, desde o ano passado, o colégio vem fazendo reuniões com os professores e com os alunos para discutir os pontos positivos e negativos. Eles estão empenhados em acalmar os alunos sobre a mudança.

Ele disse que o Geo já está prevendo a utilização do Enem pela UFPB, vem inserindo no conteúdo algumas questões referentes aos quatro eixos que formarão as provas: linguagens e códigos, matemática, ciências naturais e ciências humanas.

“Os alunos estão muito apreensivos, pois mudanças no meio do caminho, quando tudo já está sendo preparado para um tipo de sistema, vêm bagunçando um pouco a cabeça deles. Estamos entrando em salas de aula para explicar o que já sabemos”, disse Guilherme.

Ele acrescentou que os alunos o abordam também nos corredores, pois querem respostas para muitas indagações, principalmente aqueles que já prestaram o PSS do primeiro e segundo anos.

“Os alunos estão ansiosos e preocupados, pois mudar a regra do jogo agora, complica mais ainda o pensamento deles. As maiores dúvidas são se o conteúdo que já estudaram vai servir, se terão que estudar um conteúdo maior e, principalmente, se os assuntos locais serão realmente abortados, como história e geografia da Paraíba”, explicou Hempel.

Leia a matéria completa na edição deste domingo (19) no Jornal CORREIO da Paraíba.

Ações na Justiça Eleitoral põem mandatos de 42 prefeitos paraibanos em risco

Quarenta e dois prefeitos podem perder seus cargos. É que tramitam nas zonas eleitorais e no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) ações que, se consideradas procedentes, acarretarão em impugnação do mandato eletivo, inelegibilidade e pagamentos de multas a prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e também a pessoas que tenham contribuído ou beneficiado aqueles na prática de atos potencialmente lesivos à normalidade do pleito eleitoral. Os dados da Corregedoria Regional Eleitoral contabilizam 172 Aijes (Ações de Investigação Judicial Eleitoral), 42 Aimes (Ações de Impugnação de Mandato Eletivo) e 27 RCEDs (Recursos Contra Expedição de Diploma) referentes às eleições municipais de 2008 (ver quadro abaixo).

Apesar de existirem 241 ações que podem levar a perda do cargo eletivo, alguns prefeitos respondem por até sete ações eleitorais, como é o caso do prefeito de Areia, Elson da Cunha Lima Filho (Democratas). De acordo com informações, as ações foram impetradas pela coligação ‘Apaixonados por Areia’, do candidato derrotado nas últimas eleições, Paulo Gomes. São cinco que estão em fase de julgamento e duas que já foram encaminhadas para o TRE-PB. O prefeito não quis falar sobre as ações, dizendo que cabe à Justiça Eleitoral fazer o julgamento.

Já o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), vem em segundo lugar. Ele responde a seis ações eleitorais, sendo cinco Aijes e uma Aime. Três Aijes foram impetradas pelo Ministério Público. A primeira é a Aije da Maranata. A segunda é a Aije do Bolsa Família, que pede a inelegibilidade e cassação dos registros do prefeito campinense por captação ilícita de sufrágios e abuso de poder político e econômico. A terceira é a Aije do Cheque, que acusa a Construtora Maranata de repassar, através da conta 11.743-9, da agência 0063-9 do Banco do Brasil com o cheque nº 850730-9, o valor de R$ 50.119,20 no dia 1º de agosto, do Fundo Municipal de Saúde, como pagamento de prestação de serviço.

A Coligação Por Amor a Campina, encabeçada pelo candidato derrotado Rômulo Gouveia (PSDB), impetrou duas Aijes e a Aime contra Veneziano. Na defesa, o prefeito Veneziano sustentou que as denúncias são têm consistência e sem provas, logo acredita no arquivamento das Aijes. Já o Ministério Público entrou com uma Aije contra Rômulo, apontando a distribuição de camisetas na campanha.

Ao verificar os processos em tramitação no TRE-PB, também nota-se que existem RCEDs ajuizados, apenas, contra vice-prefeitos. Neste caso, segundo o jurista Carlos Aquino, há de se considerar, em tese, a questão da ‘contaminação da chapa’. “Caso a Justiça Eleitoral chegue à conclusão de que o vice-prefeito cometeu crime eleitoral, durante o processo de campanha, e decrete a perda do mandato do vice-prefeito, acredito que atinge o inocente, já que a chapa é una e indivisível, ainda que resulte a indicação de aliança de partidos (art. 91 do Código Eleitoral), pois há presunção de que o inocente foi beneficiado com a compra de voto. Conclui-se que, em tese, o prefeito também perderá o cargo”, afirmou Carlos Aquino.

do
Jornal da Paraíba