TCE imputa débito de R$ 24,9 milhões a Salomão Gadela


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) acatou na sessão plenária desta quarta-feira 20 denúncias de irregularidades formuladas pelos vereadores da cidade Sousa contra a gestão do ex-prefeito Salomão Gadelha nos anos de 2003 e 2004 e imputou o débito de R$ 24.995,92 ao ex-gestor.

As denúncias foram averiguadas em inspeção de auditores do TCE no município. Salomão respondeu pela inexistência do dinheiro na conta bancária da prefeitura.

Em seu voto, acompanhado por unanimidade, o relator do processo Fernando Catão assinalou o prazo de 60 dias para que Salomão efetue o recolhimento dos recursos aos cofres municipais, sob pena de envio dos autos à Procuradoria Geral do Estado para cobrança judicial.

Despesas também não comprovadas motivaram a reprovação às contas de 2007 do ex-prefeito de Catingueira, José Edivan Félix, a quem o TCE imputou o débito de R$ 16 mil.

Pela mesma razão, a Corte ainda reprovou as contas de 2005 da Câmara Municipal de Cajazeirinhas, com débito superior a R$ 20 mil a então presidência da Casa.

A não retenção de contribuições previdenciárias contribuiu para a emissão de parecer do TCE contrário à aprovação das contas de 2006 do prefeito de Barra de Santa Rosa Evaldo Costa Gomes, conforme voto do relator Arnóbio Viana.

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