maio 13, 2009

Ministro garante inclusão da PB no Pronasci

A Paraíba será incluída no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). A garantia foi dada pelo ministro da Justiça, Tarson Genro, em audiência concedida ao governador José Maranhão, no início da noite desta terça-feira (12), em Brasília. Na audiência foram discutidos os problemas da área de segurança pública do Estado e encaminhados alguns pleitos.

Maranhão ressaltou a importância da audiência e da inclusão do Estado nas 94 ações do Pronasci e informou que foram reivindicados outros pleitos como apoio a Patrulha Escolar e a segurança na zona rural. “Destaquei o trabalho da patrulha escolar e a segurança na zona rural do Estado, já que são muitas as reclamações recebidas de comerciantes dessas regiões. Esses programas são importantes por que tem o lado pedagógico e social”, acrescentou.

O ministro da Justiça Tarso Genro informou que vai incluir a Paraíba no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e realizar alguns programas na área para tentar minimizar os problemas enfrentados hoje pelo Estado.

Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) marca uma iniciativa inédita no enfrentamento à criminalidade no país. O projeto articula políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública. O Pronasci é composto por 94 ações que envolvem a União, estados, municípios e a própria comunidade.

Entre os principais eixos do Pronasci destacam-se a valorização dos profissionais de segurança pública; a reestruturação do sistema penitenciário; o combate à corrupção policial e o envolvimento da comunidade na prevenção da violência. Para o desenvolvimento do Programa, o governo federal investirá R$ 6,707 bilhões até o fim de 2012.

Além dos profissionais de segurança pública, o Pronasci tem também como público-alvo jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, que se encontram ou já estiveram em conflito com a lei; presos ou egressos do sistema prisional; e ainda os reservistas, passíveis de serem atraídos pelo crime organizado em função do aprendizado em manejo de armas adquirido durante o serviço militar.


Da Secom / PB

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