março 25, 2009

Mulher vence eleição na internet para o ‘melhor emprego do mundo’



Uma mergulhadora e intérprete de Taiwan foi quem ganhou a eleição via internet para trabalhar como ‘zeladora’ de uma ilha australiana de Hamilton, uma das 600 da grande barreira Coralina, o maior recife de corais do mundo. Já a bióloga marinha russa acusada de fazer parte de uma rede de pornografia ilegal na internet não só não ficou mais em segundo lugar como foi excluída da disputa para o ‘melhor emprego do mundo’.

Mais de 18 mil pessoas de quase 200 países inscreveram-se para concorrer ao posto. Entre os 50 finalistas selecionados (nenhum brasileiro), que saíram de uma lista de mais de 34 mil candidatos, estavam cidadãos de 22 países, em sua maioria de Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Alemanha, Itália e França. Todos eles foram parar em uma votação na internet para decidir quem seriam os 11 finalistas.

Clare Wang, que se autodenomina 'supercuriosa', foi quem ficou com a primeira posição e está mais perto de receber US$ 100 mil (o que representa R$ 40 mil por mês) para o trabalho, que será o de fotografar, gravar vídeos e publicar semanalmente informações do local em um blog.

Clare recebeu 151.676 votos via internet, quase três vezes mais do que o segundo colocado, um canadense, que obteve 55.532 votos. O terceiro foi um irlandês, com 30.372 votos. Os demais dez concorrentes serão definidos pela administração do turismo de Queensland e serão anunciados em 3 de abril.

Todos os 11 finalistas serão enviados para a ilha Hamilton no começo de maio para entrevistas. O nome do ganhador sairá em 6 de maio e o novo empregado começará a trabalhar em 1 de julho.

“Clare fez um trabalho magnífico para promover a barreira de corais e não ganhou apoio apenas dos cidadãos de Taiwan”, afirmou o diretor-executivo de Queensland, Anthony Hayes. No vídeo, Clare chega a até criar um diálogo entre o presidente chinês Hu Jintao e o presidente americano Barack Obama.

Toda esta disputa faz parte da promoção da ilha Hamilton, a Grande Barreira de Corais e as praias tropicais de Queensland. O concurso faz parte da campanha propagandista à qual o governo de Queensland destinou mais de US$ 1 milhão.

'Demitida' - Já a bióloga russa, Julia Yalovitsyna, de 29 anos, que estava em segundo lugar na votação on-line, acabou sendo excluída do processo de seleção.

O marido dela é, segundo a polícia russa, investigado em um caso de parte de uma rede de pornografia ilegal na internet.

"Julia nos disse que ela não está envolvida neste problema e nossa investigação não encontrou nenhuma evidência contrária", afirmou Hayes. "Porém, recebemos um vídeo inapropriado dela que foi postado na internet. Assim, decidimos excluí-la do processo", completou.


Do Portal G1

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