março 03, 2009

Em tom de despedida, Almeida discursa na AL, abre vaga para Nadja e não acredita em expulsão

O deputado estadual Guilherme Almeida (PSB) disse na tarde desta terça-feira, 3, durante discurso na tribuna da Assembléia Legislativa que não tem intenção de deixar o partido e que não acredita em expulsão. O parlamentar se pronunciou sobre o imbróglio no partido já em tom de despedida e deve mesmo abrir vaga para Nadja Palitot.

Almeida criou conflito dentro do PSB após aceitar o convite do governador José Maranhão (PMDB) para fazer parte do governo. Ele assumirá a pasta de Interiorização, em Campina Grande.

O PSB diz ter realizado reunião no ano passado e ter decidido que nenhum deputado socialista assumiria cargos no governo Maranhão III.

Ele afirmou também que não vai aceitar imposição de alguns membros do partido que não têm credibilidade e que não admite perseguição a suplente de deputado, Nadja Palitot, que tem uma historia dentro do PSB.

“Não passa pela minha cabeça deixar o PSB, até mesmo por que não desrespeitei os princípios partidários”, disse o parlamentar acrescentando que não deve ser expulso do partido pois não cometeu nenhum ato de infidelidade partidária grave.

Almeida disse que usou a tribuna da Casa de Epitácio Pessoa nesta terça para esclarecer a sociedade que não esta cometendo nenhum crime ao assumir uma secretária de estado e reafirmou que assim que for nomeado vai assumir a Secretaria de Interiorização do Estado em Campina Grande.

Sobre a divulgação de duas atas da mesma reunião, o deputado disse que o fato é pelo menos um gesto de má fé e reiterou o que já havia dito ao WSCOM, que o teor da Ata apresentada pelo vice-presidente do partido, Edvaldo Rosas, não corresponde com a reunião que ele participou.

O deputado disse ainda que não entende como o PSB pode ser contra a nomeação de um membro para uma secretaria de primeiro escalão que vai levar o nome do partido para o interior do estado.

O deputado Leonardo Gadelha (PSB) preferiu não tomar partido dentro da discussão de disse apenas que não acredita que houve má fé em nenhum dos dois lados, nem por parte do deputado de aceitar a secretaria e nem por parte do partido quando emitiu duas atas para a mesma reunião, Gadelha disse que a crise se resolve com dialogo.



fonte wscom

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