Ricardo diz que ainda resta esperança, e acusa sessão do TSE de 'linchamento'




O deputado estadual Ricardo Barbosa (PSDB) disse em entrevista ao Programa Correio Debate, da Correio Sat, desta quarta-feira (26) que ainda resta esperança quanto a uma possível decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à cassação do governador Cássio Cunha Lima. E foi mais longe; acusou o TSE de 'linchamento', por considerar que "a Corte fez um julgamento muito rápido".

"Foi um julgamentou sui generis porque não aconteceram as discussões e os questionamentos de praxe, ao contrário do que aconteceu com o julgamento do governador de Santa Catarina", ressaltou.

O deputado disse que um advogado (não identificou) teria lhe tranqüilizado quanto a decisão de arquivamento do pedido de liminar impetrado pela defesa do vice-governador José Lacerda. Segundo o advogado, o STF teria tomado tal decisão devido ao acórdão sobre a cassação ainda não ter sido publicado.

"O ministro relator negou porque o pedido foi intempestivo, mas acredita-se que após a divulgação do acórdão o assunto volte a ser analisado", disse o esperançoso deputado.

Barbosa disse, ainda, que apesar de tudo ter caminhando para a cassação, o grupo político Cunha Lima tinha a 'crença absoluta' de que o processo no TSE seria 'estancado'.

Ele defendeu que o cheque de R$ 56 mil doado a uma pessoa doente, seria um ato legal da Casa Civil e que a lei que permite isso era de José Maranhão, quando governador do Estado.

Ele defendeu o caso do cheque dizendo que os recursos foram destinados a um tratamento completo, que teria durado dois anos.

Quando defendia o ato de doação do cheque de alto valor para tratamento médico, o deputado foi "lembrado" por um ouvinte sobre a necessidade de pessoas do povo precisarem recorrer ao Ministério Público para ter direito a tratamento, como ocorreu recentemente com crianças cardiopatas.

Projetos - Em relação à rapidez na aprovação de vários projetos de interesse do Governo pela Assembléia Legislativa, inclusive com a aprovação do Orçamento do Estado para 2009, Barbosa disse que teria sido elaborado antecipadamente um calendário, e que isso aconteceu porque o Estado está vivendo uma situação atípica.


Barbosa chamou de mentirosas as afirmações feitas por Maranhão à Folha de São Paulo de que vários Planos de Cargos, Carreiras e Salários teriam sido aprovados numa semana, o que não teria sido feito seis anos.

Para o fato da votação do Orçamento ter sido antecipada, o deputado garantiu que foi uma 'decisão autônoma' da Assembléia Legislativa e não um pedido do governador cassado Cássio Cunha Lima.

do www.portalcorreio.com.br

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